O Brasão


O Brasão

' O fim coroa a Obra'

Com esta frase ergue-se o brasão de nosso Município.

Palmeira, pela sua tradição histórica, não podia deixar de possuir o seu escudo, e assim, escolheu-se o escudo português sendo o mais adaptado aos brasões da cidade e o mesmo atendeu-se à formação racial dos primeiros moradores de Palmeira: Escudo Português Bipartido.

Criado pela Lei Municipal nº 256 de 15 de fevereiro de 1954, sancionada pelo então prefeito - Dr. Alfredo Bertoldo Klas.

Artigo 1º - Fico o Poder Executivo autorizado a instituir o escudo de armas do Município.

Artigo 2º - Será obrigatório o uso do escudo de armas do Município nos papéis oficiais da Câmara de Vereadores e da Prefeitura.

Como elementos do escudo temos:

A Palmeira - Símbolo toponímico, constituindo assim figura parlante do nome do Município, separando os dois campos.

Em seguida a destra, campo de outro com 04 coroas: 01 coroa de Barão e 03 de Visconde, representando a nobreza que se originou em Palmeira e que foi o tronco das mais respeitáveis famílias. (possívelmente para homenagear o Barão de Tibagi - José Caetano de Oliveira); Três coroas de Visconde (homenagem a Cherobina Rosa Marcondes de Sá - Viscondessa do Tibagi; Antônia de Sá Camargo - Visconde de Guarapuava e sua mulher Zeferina Marcondes de Sá e Camargo).

Uma lâmpada de prata acesa - relembrando a frase do Barão de Tibagi - 'Quero deixar uma luz para minha família'.

À sinistra, uma paisagem tendo ao fundo elevação entre as quais o nascer do sol. Uma área verde escura e outra verde clara sobre a qual trabalha um lavrador com seu arado - Representa a maior atividade do povo de Palmeira, que é a rural, o sol que nasce entre elevaçoes suaves que caracterizam as nossas zonas de plantação e a esperança que temos no futuro de nossa agricultura.

Coroa mural lavrada de ouro, de quatro pontes, como golés, torres lavradas também de golés, no centro uma cruz azul. A cruz, implantada na torre central relembra a formação religiosa do nosso povo que, desde os seus primórdios, demonstrou sua índole puramente cristã.

Os dois suportes: Pinheiro  e um Feixe de Trigo - representam, o pinheiro que já foi a base da nossa economia e o trigo, como símbolo da lavoura, as nossas matas que se transformaram em extensas áreas de plantação.

Listral de divisa: com as palavras: 'Palmeira Finis Coronat Opus', sendo usado em heráldica, inscrições em língua primitiva (Latin) e a data ofical de aniversário do Município: 07.04.1819.

 

 

Texto: Vera Lúcia de Oliveira Mayer



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