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HINO À PALMEIRA

Composição: Heitor Stockler de França / José Schön

 

Palmeira, revivamos teu passado,
Tuas nobres e sublimes tradições,
As fases de tua vida, do teu fado,
Que fulgem no esplendor dos teus brasões.

 

Façamos das tuas glórias claro espelho,
Rota em flor no presente e no porvir,
Um missal com exemplos do evangelho
Aos filhos desta terra sempre a unir.

 

Lembremos tua feição de lugarejo
Ansioso de ser vila e ser cidade.
Que assim que vislumbrou fortuito ensejo,
Fez-se um recanto de felicidade.

 

Chamemos à memória os ancestrais,
Audazes bandeirantes da grandeza,
Que ao fundarem as rondas e os currais
Geraram disciplina e a riqueza.

 

És sempre essa Palmeira acolhedora
Que aos filhos de outras plagas propicia
Fartura, bem estar e promissora
Era de paz, de amor e de alegria.

 

Palmeira altiva, edênico rincão,
Com boas aurás tutelas nosso lar…
Por isso, te erigimos um altar
Florido, em festa, em nosso coração!…

 

Clique para baixar partitura: canto e piano

PERFIL DO MUNICÍPIO

 

Histórico

No início do século XVIII, começam a ser distribuídas as cartas de sesmarias para portugueses e luso-brasileiros de Paranaguá, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. As primeiras terras palmeirenses pertenceram a João Rodrigues de França.

A presença dos portugueses, aqui como colonizadores:

‘Primeiros europeus a se instalar nesta região do Novo Mundo’, foram bandeirantes, fazendeiros, tropeiros e comerciantes, trouxeram a língua e a fé cristã. Enfrentaram inúmeras dificuldades para criar estruturas básicas para a vida civilizada: primeiras habitações, igrejas, escolas. Abriram estradas; são o tronco da família palmeirense’. – (Marcus V. M. Machado – Ocupação e povoamento dos Campos Gerais – 1999).

Do antigo caminho de Viamão, que vinha do Rio Grande do Sul em demanda à grande feira de Sorocaba (SP), no trajeto do Campos Gerais, circuito dos índios Kaigangues, surgiu um pouso de tropeiros que ali aproveitavam as imensas pastagens para descanso e engorda do gado: nasce a Vila da Palmeira.

Quem hoje caminha por Palmeira ainda pode sentir, mesmo tão distantes daqueles dias, um certo tom de bucolismo e nostalgia daquele tempo em que as imensas tropas de muares, bovinos e equinos eram levados para a feira paulista, destinados e distribuídos a abastecer o ciclo do Ouro nas Minas Gerais.

A cidade histórica de Palmeira ainda conserva em muitos de seus prédios, residências e igrejas, os traços indeléveis do ciclo histórico e econômico, conhecido como o tropeirismo.

As condições desfavoráveis da Freguesia de Tamanduá, levaram o Vigário Antônio Duarte dos Passos a estabelecer uma nova Igreja, onde hoje se encontra edificada a Igreja Matriz, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Palmeira, cujas terras foram doadas pelo Tenente Manuel José de Araújo, por vontade de sua mulher Dona Ana Maria da Conceição de Sá, por ato de 7 de abril de 1819 (data de aniversário do Município).

A população foi se transferindo para o povoado, nas cercanias do novo templo. A corrente de povoamento se avolumou a partir de 1878, com a chegada dos imigrantes russo-alemães, poloneses, italianos, ucranianos, árabes e mais recentemente os sírio-libaneses, japoneses e alemães menonitas, entre outros povos.

Ainda hoje, as centenárias fazendas como a Conceição, Palmeira, Padre Inácio e Alegrete, são testemunhas de uma época de muito fausto e riqueza.

A fé de seu povo é registrada em edificações, como a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, as Capelas de Nossa Senhora das Neves e do Senhor Bom Jesus do Monte, sendo a última na localidade de Vieiras, onde o imigrante português Bento Luiz da Costa erigiu um conjunto de 14 pequenas capelas de pedra, em formato de cruz, para pagar as graças recebidas.

Também foi em Palmeira o palco da única experiência anarquista na América Latina, a Colônia Cecília, na localidade de Santa Bárbara, pelos idos de 1890/94. O grupo foi liderado pelo filósofo e agrônomo italiano Giovanni Rossi, que aqui tentou implantar uma colônia anarquista, baseada nos ideais de liberdade.

Mais de 200 anos já se passaram do seu surgimento, e Palmeira não se tornou uma cidade velha. Nas suas ruas, praças e recantos nos defrontamos com a história de um povo que tem suas raízes na imigração europeia e tantos outros povos, mantendo seus costumes e tradições, formando assim um mosaico étnico, tal qual nosso Paraná.

Palmeira, mesmo com as marcas do progresso, continua acolhedora e para muitos ‘Um recanto de felicidade’, pois ‘Os homens fazem sua própria história. Mas não a fazem sob circunstâncias de suas escolhas e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado’ (Karl Marx). Desta forma, as gerações futuras terão sua identidade cultural assegurada e, conforme o dizer do historiador Marcus Vinícius Molinari Machado, ‘Pelo passado presente nos reconhecemos coletivamente como semelhantes; nos identificamos como elementos restantes do nosso grupo e nos diferenciamos dos demais’. Assim, os palmeirenses se propõem em fazer juntos de Palmeira, uma terra acolhedora, capazes de gerar a disciplina, a riqueza e a prosperidade, vivendo e convivendo sempre com uma era de paz, de amor e de alegria, como um altar vivo e florido nos corações, conforme a reflexão do hino. E:

‘Se quisermos repensar a cidade, reconhecendo a sua importância cultural e econômica, advinda da convergência humana, é para o futuro que devemos olhar; a crença em um futuro sustentável que deve orientar a busca por uma melhor compreensão dos centros urbanos e das formas de construir e de reconstruí-los. Nessa perspectiva, o passado é apenas um espetáculo à parte’ (Brian Goodey).

Porém, cuidar e tratar da memória com consciência, é compor com historicidade a razão e a existência de um povo, que não deixará sequer uma lacuna de sua história, pois o zelo dispensado a todas as coisas foi feito com primor. Tenhamos certeza, que tudo isto valerá a pena. Assim é certo dizer: ‘Avalia-se a história e a cultura de um povo, pelo zelo dado aos seus pertences‘.

Palmeira, hoje alicerçada na atividade agropecuária, presencia nas últimas décadas do século XX o desaparecimento da atividade madeireira, para o aparecimento das propriedades que se desenvolvem em regime da economia familiar, prestação de serviços, agroindústria, cultivo de soja, milho, batata e fumo em grandes escalas, motivada pela eminência de novas e tantas oportunidades; por seu clima histórico e cultural, rural e natural, étnico e religioso. Palmeira, ‘A Cidade Clima do Brasil’, que é um lugar ímpar no mundo, conta com mais de 32 mil munícipes, trabalhando para o progresso desta terra onde os visitantes podem desfrutar de um clima ameno, belezas naturais, tranquilidade e a hospitalidade de sua gente.

Artigo escrito por: Vera Lúcia de Oliveira Mayer

Coordenadora do Museu Histórico

Membro Efetivo do IHGP

 

LENDAS DE PALMEIRA

Lenda do Capão do Manhoso

Foram ali enterrados, no tempo da escravatura, os corpos de muitos negros cativos. Os escravos, iam a noite, chorar os seus mortos e encomendar as suas almas, o que faziam através de cânticos impregnados de uma profunda tristeza, de pungente nostalgia, num tom de choro e lamentação, pondo um quê de profundamente patético no silêncio da noite. Desse choro e da lamentação tristonha dos negros escravos, se originou o nome de “Capão do Manhoso”, nome ao qual se ligou muita história e muitas lendas de “Assombrações ou Ensombrações”, aparições, visagens, almas penadas, etc., confundindo essas histórias com as lamentações antigas, perdidas no tempo, dos negros que iam ali para chorar ou prantear seus mortos.

Eram poucas, bem poucas, as pessoas que se aventuravam a passar pelo “Capão do Manhoso” à noite ou em horas avançadas, temerosas das coisas incríveis e extraordinárias que juravam que ali acontecia.

 

Lenda do Cavalo sem cabeça

Um cavaleiro que desce pela rua Conceição, montado em um cavalo branco sem cabeça, e que, ao chegar na praça Marechal Floriano Peixoto, defronte a Igreja Matriz, desaparece.

 

Piano do Clube Palmeirense

Um piano existente no Clube Palmeirense, que em horas avançadas da noite, sem nenhuma explicação, era tocado por mãos estranhas e misteriosas.

 

A lenda do Fantasma de branco

Esse fato aconteceu há muitos anos e não é bem lenda, mas uma história engraçada que merece ser contada. Aconteceu em Palmeira, por volta de 1930, um fato que estava assustando muitos moradores da rua Dr. Vicente Machado:

Todas às sextas-feiras, à meia-noite, descia um fantasma e dançava de fronte ao Centro Espírita, que naquela época já existia. O povo achava que aquele era o fantasma do fundador do mesmo Centro. Os moradores daquela rua já estavam assustados!

Um grupo de homens corajosos, sabendo desse acontecimento, resolveu ver o que estava acontecendo: quando soou meia-noite, apareceu, como de costume, o fantasma dançarino. Os homens pularam sobre ele e tiraram-lhe o lençol, demonstrando que não era nenhum fantasma, mas sim um palmeirense que queria assustar a população com suas gozações.

 

A cruz do cemitério da capela do Sr. Bom Jesus

Naquela época não se podia comprar uma cruz boa. Uma certa pessoa resolveu roubar a melhor cruz que havia no Cemitério Municipal e colocou-a no túmulo de um parente seu, falecido recentemente. Chegada a noite, essa pessoa ouvia uma voz que dizia:

“Eu quero a minha cruz, foi a Aninha que me deu!”.

A pessoa muito amedrontada, assim que amanheceu o dia, foi correndo devolver a cruz que havia roubado.

 

Lenda da Caveira

No tempo em que atrás da Capela do Sr. Bom Jesus era cemitério, aconteceu o seguinte fato:

Certa vez uma senhora foi à capela para rezar. Lá chegando, avistou uma caveira. Achando-a muito interessante, levou-a para casa para fazer dela uma farinheira. Quando essa senhora dormiu, teve um terrível sonho. Sonhou que uma caveira caíra sobre ela, mas ao verificar, percebeu que a mesma estava no local onde a havia deixado.

No dia seguinte, ao acordar, levou a caveira ao cemitério e colocou-a no lugar onde estava.

 

Mulher de Branco

Uma mulher descomunal e vestida de branco, era vista às sextas-feiras de Quaresma, nas escadarias do Grupo Jesuíno Marcondes. Ela descia correndo e desaparecia misteriosamente no parquinho.

 

Procissão dos mortos

Há quem afirme que os mortos enterrados no Cemitério Municipal de nossa cidade, em uma noite determinada do ano, saem em procissão até a Praça Marechal Floriano Peixoto e lá desaparecem.

 

Aparição de uma freira

Aparecia a quem passasse depois da meia-noite, por frente da Capela do Senhor Bom Jesus, uma freira. Essa freira corria atrás das pessoas, dando-lhes um tremendo susto.

 

Alma penada

Havia no antigo cemitério de Palmeira, localizado nos fundos da Capela do Bom Jesus, uma alma penada.

Todas as quartas-feiras, quem por ali passasse, ouvia um gemido muito sentido e que se alterava cada vez mais. Muitas e muitas pessoas fizeram preces e orações para aquela alma descansasse em paz.

 

Lenda do Lobisomem da Vila Maria

Dizem, que houve no local, homens que tendo relações impuras com suas comadres, emagreciam e todas as sextas-feiras da Quaresma, altas horas da noite, saiam de suas casas transformados em cachorros, mordendo a quem encontrassem. Essas pessoas também ficavam sujeitas a transformarem-se em lobisomem.

 

Carroça da rua Conceição

Em determinada noite do ano, uma carroça branca, puxada por dois cavalos também brancos, sem cabeça, mas que possuem uma cruz na testa, desce a rua Conceição e desaparece ao chegar na Igreja Matriz.

 

Carroça sem cavalos

Uma carroça que sem ser puxada por cavalos, descia em desabalada carreira da rua Dr. Vicente Machado, indo desaparecer, sem deixar vestígio, no antigo e já não existente Tanque do Moinho.

Fonte: Livro Memórias de Palmeira, 1992

 

INDICADORES

POPULAÇÃOURBANARURALMULHERESHOMENSELEITORES
32.12519.37612.74916.07916.04625.546

Fonte: IPARDES

 

ÁREA TERRITORIAL DO MUNICÍPIO

O município de Palmeira tem uma área territorial de 1.457,262 km². Está a 80,9 km da capital do Estado, Curitiba, é cortada por duas BRs e uma PR, sendo a BR 277 corredor do Mercosul, ligando Foz do Iguaçú ao Porto de Paranaguá. A PR 151 liga o Sudoeste ao Sul do Paraná e a BR 376 faz a ligação de Curitiba a Ponta Grossa e às regiões Norte e Noroeste do Paraná.

A cidade está a 181 km do Porto de Paranaguá e a 103 km do Aeroporto Afonso Pena. Temos acesso a linha férrea, através da localidade Rio do Salto, a 15 km da sede do município. Também há passagem da rede de gás natural pelo município.

 

CARACTERÍSTICAS GERAIS DO MUNICÍPIO

O município de Palmeira foi fundado em 1.869. Está localizado na região sul do Paraná, na zona fisiográfica dos Campos Gerais, na Mesorregião Centro Oriental Paranaense. Está integrada na região de domínio do Segundo Planalto Paranaense, ou Planalto de Ponta Grossa, e faz divisa com os municípios da Lapa, Porto Amazonas, São João do Triunfo, Teixeira Soares, Ponta Grossa e Campo Largo.

Possui dois distritos, sendo o de Palmeira e de Papagaios Novos. Localiza-se a uma latitude 25º25’46” sul e a uma longitude 50º00’23” oeste, estando a uma altitude de 865 metros.

Possui um clima ameno no verão e frio no inverno, onde a temperatura oscila entre 32,4º C e 0,5º C. Devido ao seu clima temperado e seco, Palmeira é considerada a “Cidade Clima do Brasil”.

A economia do município está assentada no setor primário: pecuária e agricultura, onde destacam-se as culturas de soja, milho, feijão, arroz, cevada e trigo. No setor secundário encontram-se as indústrias de beneficiamento e transformação de madeira, bem como a indústria de laticínios.

 

NÚMERO DE HABITANTES POR FAIXA ETÁRIA

FAIXA ETÁRIA (anos)MASCULINAFEMININATOTAL
Menores de 1 ano217202419
1 a 49509641.914
5 a 91.3991.3582.757
10 a 141.6191.6253244
15 a 191.6091.4453054
20 a 241.3381.4352773
25 a 291.2361.2362472
30 a 341.5791.1842763
35 a 391.1571.2272384
40 a 441.1631.2122375
45 a 499579731930
50 a 547988301628
55 a 595986181216
60 a 644566041060
65 a 69367395762
70 a 74283332615
75 a 79166233399
80 e mais154206360
Idade ignorada145
TOTAL16.04616.07932.125

Fonte: IBGE – Censo Demográfico – 2010

 

POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA
15.858
FONTE: IBGE – Censo Demográfico – 2010

 

TAXA DE ANALFABETISMO DE 15 ANOS OU MAIS
4,23 %
FONTE: IBGE – Censo Demográfico – 2010

 

PROPORÇÃO DE MORADORES ABAIXO DA LINHA DA POBREZA E INDIGÊNCIA
69.2% acima da linha da pobreza
16,7 % entre a linha da indigência e pobreza
14,0% abaixo da linha da pobreza
FONTE: IBGE – Censo Demográfico – 2010

 

INDÍCE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO-IDHm
0,763
FONTE: IBGE

 

REDE DE ENSINO

CENTROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL – 05
ESCOLA ESPECIAL – 01
ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL- 15 MUNICIPAIS E 14 ESTADUAIS
ENSINO MÉDIO – 04 ESTADUAIS
ENSINO DE JOVENS E ADULTOS – 01
ENSINO SUPERIOR – 03
ENSINO PROFISSIONALIZANTE – SENAI:  Em fase de implantação
ESCOLAS PARTICULARES – 03

FONTE: PREFEITURA MUNICIPAL

 

EQUIPAMENTOS DE SAÚDE

 URBANORURAL
HOSPITAIS0201
UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE0111
UNIDADES DE SAÚDE DA FAMÍLIA04 
POSTO DE ATENDIMENTO MÉDICO05 
CENTRO DE SAÚDE01 
CENTRO ODONTOLÓGICO01 
CONSULTÓRIOS ODONTOLÓGICOS19 (NAS UNIDADES DE SAÚDE E ESCOLAS) 
UNIDADE DE SAÚDE DA MULHER E DA CRIANÇA01 
UNIDADE DE REABILITAÇÃO FÍSICA01 
LABORATÓRIO02 

 

SANEAMENTO AMBIENTAL

  AÇÃOSITUAÇÃO APRESENTADA
ESGOTAMENTO SANITÁRIO   98% de cobertura na área urbana.
ABASTECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL100% de cobertura na área urbana e aproximadamente 65 % de cobertura na área rural, efetivadas através de recursos do PAC I/FUNASA.
DRENAGEM URBANAA drenagem urbana está sendo implantada em todas as ruas que estão recebendo pavimentação asfáltica. No centro da cidade, que possui pavimentação asfáltica antiga, a rede de drenagem é precária.
MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOSA coleta de resíduos sólidos é feita através de empresa terceirizada, totalizando 10 toneladas/dia, sendo encaminhada para o Aterro Sanitário do município. Temos também coleta seletiva na área urbana.

Fonte: Prefeitura Municipal de Palmeira/2013

 

CONHECIMENTO REFERENTE ÀS PRÁTICAS SALARIAIS DE EMPRESAS JÁ EXISTENTES

A questão salarial depende da política de recursos humanos de cada empresa e o nível do cargo de cada funcionário. O salários geralmente partem de um salário fixo, mais remunerações e vantagens variáveis. Varia também de acordo com a oferta de vagas no mercado e a formação profissional do empregado.

 

PROBABILIDADE DE INSTALAÇÕES DE OUTRAS EMPRESAS DURANTE OS PRÓXIMOS 5 ANOS

O Plano Diretor do Município estabelece na seção VI, da Política de Desenvolvimento Econômico, diretrizes e estratégias para atrair e recuperar as atividades industriais do município, bem como, o desenvolvimento do comércio local e investimentos no turismo local sustentável.

 

TRANSPORTE PÚBLICO

O transporte público urbano é bastante incipiente, atendendo alguns bairros em horários bastante espaçados. Na área rural, geralmente as comunidades possui atendimento uma vez por semana. Possuímos linha de transporte metropolitano, ligando Palmeira com as cidades vizinhas de Ponta Grossa, Porto Amazonas, São João do Triunfo e São Mateus do Sul, e intermunicipal, com linhas para Curitiba, Campo Largo, Irati e Guarapuava.

 

ATUAL SITUAÇÃO NA ÁREA INDUSTRIAL

Possui uma área de Distrito Industrial localizado em posição privilegiada em relação às duas principais rodovias que cortam o perímetro urbano e ao direcionamento dos ventos predominantes. Sua área de 1.000.000 m² (um milhão de metros quadrados) ainda possui grandes lotes sem edificações e que são ofertadas a empreendedores por meio de concessão e futura transferência de domínio, após concretização da empresa no município. Além deste Distrito, o município ainda conta com um Parque Industrial, de menores proporções, e um Centro Empresarial, que servia para abrigar o processo de “Incubadora Industrial”, destinada a pequenos empresários.

Nas questões industriais ainda é importante salientar a presença de duas grandes empresas: A empresa Baston do Brasil, uma das maiores empresas nacionais de produtos em aerossol, e a empresa Huhtamaki, no interior do município, responsável pela elaboração produto em celulose como as embalagens da empresa Mc Donalds. Palmeira também conta com a Itesa, empresa que trabalha no setor de injeção em alumínio para a indústria automotiva.

 

EXISTÊNCIA DE SINDICATOS E SUA INFLUÊNCIA

Sindicato do Trabalhador Rural

Sindicato Rural de Palmeira -Patronal

Sindicato dos Servidores Públicos do Município

Sindicato dos  Trabalhadores em Indústrias de Papel – SINTRAPEL

Sindicato dos Marceneiros

Cabe ressaltar que todos os sindicatos estão atuantes, representando os interesses de seus filiados.

 

EXISTÊNCIA DE HOTÉIS PARA SUPORTE TÉCNICO

HOTEL

ENDEREÇO

Refúgio Verde Sossego Pousada Rural

PR 151, km 400

Pousada Campos Gerais em Colônia Witmarsum

BR 277, acesso no km 154

Pousada Katarina em Colônia Witmarsum

BR 277, acesso no km 154

Pousada Siebert em Colônia Witmarsum

BR 277, acesso no km 154

Palmeira Clima Hotel

Rua XV de Novembro, nº 530

Hotel Vereda

Rua Conceição, nº 2.011

Pousada do Beco    

Travessa Dezoito de Dezembro, nº 66

Rancho da Guaiaca Pousada Rural 

PR 151, km 408, Faxinal do Silva

Hotel São Domingos   

Rua Conceição, nº 1054

 

 

EXISTÊNCIA DE GALPÕES PARA ALUGAR

Existe em quantidade pequena, mas se houver procura por esse tipo de imóveis, também aumenta a oferta de imóveis voltada para o setor.

 

INCENTIVOS FISCAIS

Existem incentivos a nível municipal, conforme a Lei nº 1.958/97.

I- Rede de abastecimento de água e esgoto;

II- Rede de distribuição de energia elétrica;

III- Rede de telefonia;

IV- Sistema de escoamento de águas pluviais;

V- Vias de circulação em condições de tráfego permanente;

VI- Doação de área, limpeza e terraplanagem do terreno.

 

AGÊNCIAS BANCÁRIAS

AGÊNCIA

QUANTIDADE

BANCO DO BRASIL

01

CAIXA ECONÔMICA

01

ITAÚ

01

HSBC

01

BRADESCO

01

SICREDI

01

 

MERCADO DE TRABALHO

O mercado de trabalho formal do município apresentou, em seis anos, saldos positivos na geração de novas ocupações entre 2004 e 2010. O número de vagas criadas neste período foi de 2.124. No último ano as admissões registraram 3.219 contratações, contra 2.767 demissões. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, o mercado de trabalho formal em 2010 totalizava 6.265 postos, 25,4% a mais em relação a 2004. O desempenho do município ficou abaixo da média verificada para o Estado, que cresceu 36,9% no mesmo período.

A Indústria de Transformação foi o setor com maior volume de empregos formais, com 1.950 postos de trabalho, seguido pelo setor de Comércio, com 1.342 postos em 2010. Somados, estes dois setores representavam 52,5% do total dos empregos formais do município. Os setores que mais aumentaram a participação entre 2004 e 2010, na estrutura do emprego formal do município, foram Indústria de Transformação (de 22,16%, em 2004, para 31,13%, em 2010) e Construção Civil (de 1,38% para 1,85%). A que mais perdeu participação foi Serviços, de 22,34% para 18,85%.

 

EVOLUÇÃO DO EMPREGO FORMAL EM MUNICÍPIOS COM MAIS DE 30.000 HABITANTES DO ESTADO DO PARANÁ

PERÍODO: ABRIL DE 2013

POSIÇÃO NO RANKING

MUNICÍPIO

ADM

DESL

SALDO

VAR. REL. %

38º

PALMEIRA

375

336

39

0,66

FONTE: CAGED – MTE/SPPE/DES/CGET

 

Período: Jan – Abril/2013
Setor: Todos
SubSetor: Todos

Perfil do Município Palmeira

Movimentação agregada

Município

%

Micro Região

%

UF

%

Brasil

1) Admissões

1.381

6,68

20.666

0,24

582.332

0,02

7.356.000

2) Desligamentos

1.704

8,79

19.377

0,33

518.965

0,02

6.894.291

Nº Emp. Formais – 1º Jan/2013

6.255

5,70

109.800

0,24

2.580.366

0,02

39.547.080

Total de Estabelecimentos

2.033

8,03

25.314

0,32

628.489

0,03

8.002.281

Variação Absoluta

-323

 

1.289

 

63.367

 

461.709

http://bi.mte.gov.br/bgcaged/caged_perfil_municipio/index.php

 

Informações para o Sistema Público de Emprego e Renda – Dados por Município

FLUTUAÇÃO DO EMPREGO FORMAL – PALMEIRA-PR
Jan/2013 até Abr/2013

Total das Atividades

Setor

Admitidos

Desligados

Saldo

1 – EXTR MINERAL

4

9

-5

2 – IND TRANSF

569

585

-16

3 – SERV IND UP

0

0

0

4 – CONSTR CIVIL

41

40

1

5 – COMÉRCIO

287

268

19

6 – SERVIÇOS

345

371

-26

7 – ADM PÚBLICA

0

0

0

8 – AGROPECUÁRIA

135

431

-296

Total

1.381

1.704

-323

 

Ocupações com Maiores Saldos

CBO 2002 Ocupação

Admitidos

Desligados

Saldo

821450 – REBARBADOR DE METAL

71

31

40

513205 – COZINHEIRO GERAL

34

20

14

813125 – OPERADOR DE PRODUCAO (QUIMICA. PETROQUIMICA E AFINS)

61

49

12

782510 – MOTORISTA DE CAMINHAO (ROTAS REGIONAIS E INTERNACIONAIS)

59

48

11

512105 – EMPREGADO DOMESTICO NOS SERVICOS GERAIS

15

4

11

 

Ocupações com Menores Saldos

CBO 2002 Ocupação

Admitidos

Desligados

Saldo

622505 – TRABALHADOR NO CULTIVO DE ARVORES FRUTIFERAS

65

330

-265

784205 – ALIMENTADOR DE LINHA DE PRODUCAO

222

270

-48

414215 – CONFERENTE DE CARGA E DESCARGA

23

47

-24

521110 – VENDEDOR DE COMERCIO VAREJISTA

68

86

-18

514225 – TRABALHADOR DE SERVICOS DE LIMPEZA E CONSERVACAO DE AREAS PUBLICAS

91

108

-17

Fonte: CAGED/TEM

 

SALÁRIO MÉDIO DE ADMISSÃO
Jan/2013 até Abr/2013

Total das Atividades

Setor

Salário Médio de Admissão (R$)

1 – EXTR MINERAL

1.420,50

2 – IND TRANSF

931,57

3 – SERV IND UP

0,00

4 – CONSTR CIVIL

1.044,95

5 – COMERCIO

877,24

6 – SERVICOS

904,04

7 – ADM PUBLICA

0,00

8 – AGROPECUARIA

853,45

 

Ocupações com Maiores Saldos

CBO 2002 Ocupação

Saldo

Salário Médio de Admissão (R$)

821450 – REBARBADOR DE METAL

40

940,94

513205 – COZINHEIRO GERAL

14

933,06

813125 – OPERADOR DE PRODUCAO (QUIMICA. PETROQUIMICA E AFINS)

12

703,77

782510 – MOTORISTA DE CAMINHAO (ROTAS REGIONAIS E INTERNACIONAIS)

11

1.269,12

512105 – EMPREGADO DOMESTICO NOS SERVICOS GERAIS

11

621,73

 

Ocupações com Menores Saldos

CBO 2002 Ocupação

Saldo

Salário Médio de Admissão (R$)

622505 – TRABALHADOR NO CULTIVO DE ARVORES FRUTIFERAS

-265

784,00

784205 – ALIMENTADOR DE LINHA DE PRODUCAO

-48

842,08

414215 – CONFERENTE DE CARGA E DESCARGA

-24

774,78

521110 – VENDEDOR DE COMERCIO VAREJISTA

-18

787,25

514225 – TRABALHADOR DE SERVICOS DE LIMPEZA E CONSERVACAO DE AREAS PUBLICAS

-17

831,27

Fonte: CAGED/MTE

ORGÃOS E SERVIÇOS PÚBLICOS

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